10 Coisas que um ladrão deve saber para poder tirar mais dinheiro ao assaltado
- Sexta-feira, Maio 22, 2009, 8:00
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1 Procure casas com cães de guarda, se for atacado enquanto tenta assaltar pode sempre levar o proprietário a tribunal e pedir-lhe indemnização por ele não ter açaime nos animais;
2 Casas com sistemas de videovigilância também são um alvo a procurar, no fim do assalto, se o assaltado decidir levar as imagens para a polícia, poderá processá-lo por violação da privacidade;
3 Se ao entrar dentro da propriedade cair dentro da piscina, pode processar o proprietário por danos corporais e morais, pois é um trauma apresentar-se para um assalto como um pinto molhado;
4 Se durante o processo de roubo for agredido, tente também ser amarrado, além de poder processar o seu assaltado por agressão poderá fazê-lo também por sequestro;

Se nada mais resultar, tente partir pelo menos uma unha num cadeado, ou num aloquete se viver no norte
5 Propriedades com sistemas complicados de segurança e donos de férias são uma mais-valia, pois se o detector de movimentos detectar um intruso e activar o alarme de modo a que fique trancado dentro de um cómodo (evite a dispensa e a cozinha), é como se tivesse ganho o Euromilhões a nível da indemnização que poderá retirar ao assaltado por mantê-lo em cativeiro e em greve de fome forçada;
6 Se tiver a habilidade de morrer durante o assalto, é como se tivesse deixado um seguro de vida chorudo para a sua família sem as habituais chatices das verificações das seguradoras;
7 Evite assaltar casas de advogados, pois por mais que elas até possam reunir todas as alíneas anteriores, é sabido que eles são conhecidos, não por mentir, mas por mostrar a verdade por outro ângulo e por mais que a razão lhe assista pode ser difícil ganhar o processo.












Se me for permitido acrescentaria mais um ponto:
- Evitar assaltar a residência oficial do primeiro ministro, ministérios ou mesmo a residência de qualquer membro do governo. Todos nós sabemos como o Estado é invejoso e não gosta de concorrência…
Muito boa, João
(sim, estou mesmo a falar a sério)