Em Portugal não há moralidade nem comem todos, nos Açores também não há moralidade mas comem-nos a todos

cartao mauro tristao1 Em Portugal não há moralidade nem comem todos, nos Açores também não há moralidade mas comem nos a todos

Estou muito desiludido com tudo isto. Acho que vou pescar para espairecer. Conheço um sítio no Portinho da Arrábida que é um espectáculo para pescar

COMENTÁRIO/MC – Foi preciso chegarmos a esta situação de estarmos com a corda no pescoço, a apertar o cinto e a apertarem-nos as mamas, para percebermos que há matérias que são mais do que meramente económicas ou políticas. O aumento do ordenado mínimo, a tributação dos dividendos, a acumulação de pensões e as excepções açorianas aos cortes salariais, são questões que só agora vemos à luz da moralidade porque nos fazem impressão nas hemorróidas. Pelo menos a mim, é o que me faz.
Carlos César, presidente do governo regional dos Açores, é inflexível e vai mesmo compensar os funcionários regionais pelos cortes nos salários, que deviam ser para todos os portugueses. César explica-nos assim, que tal como a carne das vacas açorianas, em Portugal, há cidadãos de primeira, de segunda, da alcatra e do pojadouro. E para que algumas famílias da classe média alta dos Açores, possam continuar a comer carne de vaca, é necessário manter-lhes o salário. Os pobres açorianos, esses, não precisam porque vivem à conta do rendimento mínimo que o continente lhes paga. E para além disso, como se sabe, os pobres só comem vaca se tiverem sorte com a mulher.
Mas os Açores, ao contrário do continente e da Madeira, têm as contas equilibradas, uma dívida tão baixa que o merceeiro guarda-a de memória e fundos no sentido de existências e não no sentido de já se ver o fundo do cofre. Não fosse a puta da moralidade e nos Açores haveria justiça. Assim, ficamos com a sensação de estarmos todos a ser comidos. Ainda assim, é melhor que continuemos a olhar de frente os Açores, porque se lhes virarmos as costas, os Açores ficam a comer-nos por trás. E eu, ao contrário da outra senhora que gosta que lhe apertem as mamas quando a comem por trás, prefiro ser comido olhos nos olhos.

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4 Comentários em “Em Portugal não há moralidade nem comem todos, nos Açores também não há moralidade mas comem-nos a todos”

  • josecarlos escreveu em 10 Dezembro, 2010, 15:14

    que estupidez de linguagem e de post…

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  • Rui Vieira escreveu em 10 Dezembro, 2010, 22:34

    A linguagem não é tão estúpida quanto o assunto que é comentado.
    Não vale a pena pensar em contenção quando esta é feita de forma a permitir que alguns favorecidos e protegidos não sejam prejudicados com os erros de quem os protege.
    Se nos querem comer, que seja de frente para lhes vermos bem a cara. Para comer por trás, que se comam eles uns aos outros.

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  • maria escreveu em 12 Dezembro, 2010, 12:22

    Louvada seja a tua Santa Ignorância!!! Se pensasses um bocadinho antes de escrever evitavas passar por anormal um tanto ignorante.. Até tem a sua ponta de verdade, e que eu concordo, se o cinto aperta é para todos, e para nós açoreanos já o temos apertados há já algum tempo não fossem estes anormais do continente a gerirem um país como por vezes escrevem… Ainda bem que temos um governo que nos protege e isso confirma-se quando surgem as comichões atrás da orelha, neste caso surgiu-lhe no rabo ou nas mamas, vai-se lá saber porquê. E sim, prefiro ir comendo a minha vaquinha, do que ser comido por um governo liderado por um panasca eleito por todos vocês….

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  • Rui Vieira escreveu em 12 Dezembro, 2010, 21:27

    Por todos vocês não.
    Eu (e muitos no continente) não pertencemos aos “anormais que elegeram o panasca” da mesma cor do senhor César que manda aí nas vaquinhas.
    Se eu pensasse também dessa forma, também a iria chamar de anormal por ter votado no Sr. César que é da mesma cor e protegido pelo panasca identificado por si.
    Ao analisar uma parte não considere-a como um todo.

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