Em Portugal não há moralidade nem comem todos, nos Açores também não há moralidade mas comem-nos a todos
- Sexta-feira, Dezembro 10, 2010, 8:00
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Estou muito desiludido com tudo isto. Acho que vou pescar para espairecer. Conheço um sítio no Portinho da Arrábida que é um espectáculo para pescar
COMENTÁRIO/MC – Foi preciso chegarmos a esta situação de estarmos com a corda no pescoço, a apertar o cinto e a apertarem-nos as mamas, para percebermos que há matérias que são mais do que meramente económicas ou políticas. O aumento do ordenado mínimo, a tributação dos dividendos, a acumulação de pensões e as excepções açorianas aos cortes salariais, são questões que só agora vemos à luz da moralidade porque nos fazem impressão nas hemorróidas. Pelo menos a mim, é o que me faz.
Carlos César, presidente do governo regional dos Açores, é inflexível e vai mesmo compensar os funcionários regionais pelos cortes nos salários, que deviam ser para todos os portugueses. César explica-nos assim, que tal como a carne das vacas açorianas, em Portugal, há cidadãos de primeira, de segunda, da alcatra e do pojadouro. E para que algumas famílias da classe média alta dos Açores, possam continuar a comer carne de vaca, é necessário manter-lhes o salário. Os pobres açorianos, esses, não precisam porque vivem à conta do rendimento mínimo que o continente lhes paga. E para além disso, como se sabe, os pobres só comem vaca se tiverem sorte com a mulher.
Mas os Açores, ao contrário do continente e da Madeira, têm as contas equilibradas, uma dívida tão baixa que o merceeiro guarda-a de memória e fundos no sentido de existências e não no sentido de já se ver o fundo do cofre. Não fosse a puta da moralidade e nos Açores haveria justiça. Assim, ficamos com a sensação de estarmos todos a ser comidos. Ainda assim, é melhor que continuemos a olhar de frente os Açores, porque se lhes virarmos as costas, os Açores ficam a comer-nos por trás. E eu, ao contrário da outra senhora que gosta que lhe apertem as mamas quando a comem por trás, prefiro ser comido olhos nos olhos.











que estupidez de linguagem e de post…
A linguagem não é tão estúpida quanto o assunto que é comentado.
Não vale a pena pensar em contenção quando esta é feita de forma a permitir que alguns favorecidos e protegidos não sejam prejudicados com os erros de quem os protege.
Se nos querem comer, que seja de frente para lhes vermos bem a cara. Para comer por trás, que se comam eles uns aos outros.
Louvada seja a tua Santa Ignorância!!! Se pensasses um bocadinho antes de escrever evitavas passar por anormal um tanto ignorante.. Até tem a sua ponta de verdade, e que eu concordo, se o cinto aperta é para todos, e para nós açoreanos já o temos apertados há já algum tempo não fossem estes anormais do continente a gerirem um país como por vezes escrevem… Ainda bem que temos um governo que nos protege e isso confirma-se quando surgem as comichões atrás da orelha, neste caso surgiu-lhe no rabo ou nas mamas, vai-se lá saber porquê. E sim, prefiro ir comendo a minha vaquinha, do que ser comido por um governo liderado por um panasca eleito por todos vocês….
Por todos vocês não.
Eu (e muitos no continente) não pertencemos aos “anormais que elegeram o panasca” da mesma cor do senhor César que manda aí nas vaquinhas.
Se eu pensasse também dessa forma, também a iria chamar de anormal por ter votado no Sr. César que é da mesma cor e protegido pelo panasca identificado por si.
Ao analisar uma parte não considere-a como um todo.