Estudo mostra que 30% dos portugueses quando conduzem tratam os filhos como tratam uma mala de viagem ou o pneu sobresselente
- Quarta-feira, Maio 13, 2009, 8:00
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Exemplo de carga que não está “à solta” dentro da viatura
RECENTE ESTUDO/GF – Os resultados são como o algodão e o Obama – não enganam: um quinto das crianças avaliadas neste estudo eram mal transportadas pelos pais, que quando conduziam punham de parte o seu amor pelos filhos e viam neles “carga a transportar até ao destino”. Mesmo aqueles que colocavam o cinto aos filhos, não sabiam o que estavam a fazer: 19,1 por cento não utilizavam correctamente o cinto e 14,9 por cento sentavam-nos indevidamente, provando que para o português médio, pôr o cinto de segurança na sua criança, é como fazer o IRS ou o Sudoku de cinco estrelas do Público. Verificou-se ainda que 74,6 por cento das crianças viajavam “à solta no automóvel”, provando que uma criança não anda “sozinha sem segurança” como um ser humano, anda “à solta” como um animal no Zoo. Alguns pais já estão consciencializados e preocupados e não deixam os filhos “à solta” no automóvel, fecham-nos na “bagageira”. É um método antigo, inspirado nos italianos de fato e arma na mala do violino, que os portugueses importaram para transportar os filhos nas cidades e os gangues rivais na Bela Vista.










