Mesmo com “contas à portuguesa” nunca é demais pedir a taça

Ele diz que não gostava de estar no lugar de quem vai vestir a camisola da Albânia, o que é compreensível pois ninguém quer estar no lugar do carrasco
TIRANA/NC – Carlos Queiroz está confiante para o Albânia-Portugal e O Indesmentível quis saber porquê. “Eu acredito”, foi a pista seguida mesmo sem cães. Depois das presenças de Portugal no Mundial de 2002 e no de 2006, pensou-se que o slogan estivesse relacionado com o ditado popular: “Não há duas sem três”. A chegada à nossa redacção de uma carta anónima listando os presentes que o seleccionador nacional recebeu no seu aniversário, veio trazer luz à nossa investigação. A colecção completa de Marco à procura de uma saída airosa, um estojo de barbas e bigodes e o livro o Segredo completam a lista. Soubemos que o seleccionador preferia ter recebido um molho de alhos e de cebolas, à semelhança de António Oliveira, ou uma virgem do Caravaggio, como o Scolari. No entanto, com o Segredo aprendeu que basta acreditar para os seus desejos serem atendidos, o que bem-feitas as contas nem é muito difícil. Portugal só precisa de ganhar à Albânia, à Dinamarca e que esta perca pontos em dois jogos, vencer a Hungria por duas vezes, estar atenta à Suécia, ver um porco a andar de bicicleta e talvez pôr o Eusébio a jogar ao mesmo tempo que Amália canta na tribuna VIP.










