Michelle Brito reinventou o grito, a banda sonora do ténis e o sexo desportivo

Os gritos de Michelle são ainda mais irritantes que os arrastamentos de voz de cana rachada de Vasco Pulido Valente
COURT/MC – Mmmmh, aaah e iifohtiih não fazem jus ao jogo da portuguesa Michelle Brito. Na linha de Sharapova, Mónica Seles e Edvard Munch, a expressionista Michelle provou em Roland Garros, ser uma gritadora e uma tenista de mérito. Sem som, o jornalista tem de descrever o melhor possível a realidade: os gritos são tão altos que se o vento estiver de feição e o dia estiver bom para a praia, ouve-se em todo o hemisfério. Ela grita tanto, que uma vez um porco que estava a guinchar enquanto era abatido para chouriços, ouviu Michelle a jogar e assustou-se.
Michelle grita mais a jogar ténis que a Paris Hilton a fazer sexo e algumas das suas adversárias já tiveram orgasmos múltiplos durante o jogo devido aos gemidos, o que explica algumas vitórias.
Na verdade Michelle é um talento de 16 anos em ascensão cujo único problema no futuro será a sua actividade sexual. Nada fará prever que ela grite da mesma forma ao ter sexo. Mas se algum dia precisar de fingir um orgasmo, alguns engenheiros receiam que os edifícios actuais, mesmo os que estão preparados para sismos, possam não aguentar.










