Alexandra e a mãe biológica vão em visita de estudo a bordo do foguetão Soyuz-15
- Quinta-feira, Maio 28, 2009, 8:00
- Mundo, Quentes e Boas, Vida
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A viagem poderá ser encurtada se Alexandra pressionar algum botão a piscar
ESPAÇO SIDERANTE/JS – Alexandra já é a primeira quase-portuguesa/imigrante forçada/criança traumatizada a conquistar a última fronteira da humanidade, após ter embarcado ontem no foguetão Soyuz-15, com destino à Estação Espacial Internacional. Natália Zarubina, a mãe biológica, que com este nome e o passado alcoólico bem podia ser portuguesa, quer que a filha tenha uma educação rigorosa e com um nível de exigência a sério, não meramente estatístico, como em Portugal. Esta visita de estudo espacial terá sido a razão pela qual a família adoptiva de Alexandra não obteve visto para visitar a Rússia. “Não vale a pena irem agora se a menina só volta daqui por seis meses” disse Nikolai Kesséka, vice-sub-cônsul adjunto da Embaixada Russa, acrescentando que “por essa altura já Alexandra será uma cientista de renome”. Kesséka declarou ainda que a suposta violência física de Natália sobre a flha era parte dos treinos para astronautas, que após umas bofetadas valentes conseguem flutuar mesmo sem ausência de gravidade.










