Gala dos travestis sul-africanos elege Semenya como pior do ano

Semenya nem se dignou em pintar as unhas para as provas de braço de ferro
JOANESBURGO/ JC – A gala, onde foi batido record mundial de Marilyns de voz grave e rouca por metro quadrado, consagrou Caster Semenya como o pior travesti do ano. Mais sobremaquilhado que um palhaço, Butch Gbenga foi o porta-voz da indignação que motivou este prémio: ‘São pessoas como Semenya que dão mau nome ao mundo do travesti. Não houve um mínimo de esforço. É que nem uns enchumaços para compor as maminhas. Isso não é travesti, é vestir-se de gaja’’. Gbenga, vencedor do melhor bigode com saia travada do ano, afirmou ainda a’O Indesmentível que, todas as manhãs, antes de sair para o emprego, perde 2 horas a escolher os sapatos de salto alto que melhor combinem com a gravata. No discurso de agradecimento do seu prémio, Butch Gbenga desejou paz Mundial, que as mulheres deixassem de açambarcar os batons Paixão Carmim, e que houvesse uma casa de banho só para homens vestidos de senhoras, onde pudessem fazer chichi sentados.










