Revolturismo: Tailândia combate crise com turismo de golpe de estado

Nada que não se esperasse de um país cuja capital se chama Banguecoque
BANGUECOQUE/MC – Também procurada pelo turismo sexual, a Tailândia inaugurou um novo tipo de turismo, o revolturismo, que consiste em revoltas nas ruas ‘para inglês ver’. Este país que já fez mais golpes de estado do que eleições democráticas, luta contra o governo exigindo eleições antecipadas. Os manifestantes, chamados de camisas vermelhas apesar de usarem todos t-shirts, são os apoiantes do exilado ex-primeiro-ministro Thanksin Shinawatra, que tal como o verdadeiro Sinatra também tem alegadamente ligações à máfia, neste caso, tailandesa.
Apesar dos violentos confrontos, o embaixador português na Tailândia considera a situação “bastante normal”, disse em declarações a O Indesmentível enquanto caíam dois cocktails de molotov ao seu lado. Pelo que não há razão para proceder à retirada dos 142 portugueses ainda em festa naquele país. Mas nem todos os turistas são portugueses, e apesar dos esforços dos tailandeses para os atrair, alguns países estão a aconselhar os seus nacionais a evitarem a Tailândia. Uns “cagúnfas”, segundo o embaixador português.










