Virgens ofendidas com primeiras piadas sobre Carlos Castro já se divertem com saca-rolhas e outros brinquedos sexuais
- Quinta-feira, Janeiro 13, 2011, 8:00
- Mundo, Quentes e Boas, Vida
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CORRÔR!/AA – As primeiras piadas a propósito do assassinato do cronista social causaram um autêntico terramoto, só comparável ao sismo de 1755. Mas nesse ano houve mais gente a perder a vida; e desta vez houve mais gente a perder a virgindade.
As redes sociais, os blogs e outras plataformas que provocam asco a Miguel Sousa
Tavares, foram palco do maior fenómeno amor-ódio dos últimos anos, logo a seguir ao dos sentimentos despertados por Carlos Castro quando vivo. As piadas publicadas nas primeiras horas após a sua morte foram repudiadas pelas mesmas pessoas que agora se riem de anedotas com referências a saca-rolhas, pilas cortadas, falta de olho e tampas de portátil. O Indesmentível sabe de um caso em que a senhora perde agora o controlo total da bexiga, mal ouve dizer que “o cronista estava tão chateado que o mandaram meter uma rolha” ou que, “em Nova Iorque, ele teve de ser cosido à portuguesa”.












Noticias recentes oriundas dos meios de investigação do assasinato de Carlos Castro têm inundado a cidade de Nova York. Na verdade já foi provado que ao contrário do que parecia terá sido Renato Seabra a ter tido várias crises de ciúmes, uma das quais em pleno restaurante. No dia da morte brutal e cruel Carlos Carlos ia encontrar-se com uma ou duas amigas, facto que Renato não terá aceite, sendo que numa crise de ciumes terá decidido por termo à cida do Colunista. Daí que tenha estado várias horas com o cadáver, esperando que as amigas do Colunista chegassem ao Hall do hotel, onde com ar vingativo e rancoroso lhes disse que evitavam de esperar que ele “já não saía mais do Hotel”
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