Alberto João Jardim quer congresso à porta fechada, de luzes apagadas e sem roupas

Alberto João Jardim depois de um congresso do PSD-Madeira onde pretendia gerar um sucessor não fosse terem aprovado a lei do aborto no continente
ALGURES NO OCEANO/MC – Jardim propôs à direcção do PSD um congresso à moda da Madeira. “Começamos por uma boa poncha da Madeira, depois fecha-se a porta, apagam-se as luzes, despimo-nos todos e seja o que Deus quiser”, disse Jardim a’O Indesmentível. “Estou seguro que passado pouco tempo os congressistas vão começar a encaixar as suas opiniões políticas uns nos outros e sairá dali um partido mais unido que nunca”, acrescentou. Alertou no entanto para alguns perigos: “Se um congressista sentir muito pêlo, é melhor fugir porque está a roçar o Pacheco Pereira e isso pode ser muito perigoso, assim como se sentir um vazio enorme, também deve afastar-se, porque estará a entrar em Santana Lopes”. Para Jardim, esta é a melhor solução para um partido que não tem ideias políticas há muito tempo: “Pode não ser logo, mas estou certo que passados nove meses, o partido dará à luz brilhantes ideias políticas”. Embora tenha confessado não esperar nada de Manuela Ferreira Leite nessa área.










