Avaliação dos deputados passa a estar indexada à taxa de aprovação do OE
- Sábado, Outubro 2, 2010, 15:00
- Portugal, Quentes e Boas
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“NÃO SE ESQUEÇAM DE TOMAR O PEQUENO-ALMOÇO NEM DE ESTUDAR, QUE É UMA ESPÉCIE DE DESPORTO DO CÉREBRO”
DÁ-ME UM TRÊS!/AA – Depois de ter anunciado as medidas suplementares de austeridade extraordinária cumulativa, José Sócrates fez saber aos deputados de todos os partidos, e também do PEV, que o Orçamento do Estado não pode chumbar ou, como agora se diz, “ficar retido”. O primeiro-ministro foi mais longe, adiantando que a progressão dos deputados para a linha da frente das bancadas parlamentares ficará dependente da taxa de aprovação do Orçamento para 2011 – e com isto fez lembrar a avaliação de desempenho docente, que esteve para incluir como critério os resultados dos alunos. “Mas as contas devem passar, não estou a ver os meus colegas lá nas filas de trás, a retirar lixo das unhas com o bico da Parker”, disse a’O Indesmentível um membro destacado do PSD pelo picotado. Já um alto dirigente do CDS, loiro e de olhos azuis, confidenciou-nos: “Devemos ficar lá prò meio, sabe? Uma abstenção não vale mais do que um 10, e mesmo assim só pela bitola da Moderna.”










