Escassez de candidatas leva partidos a optar pelo mercado negro e pelo transexualismo eleitoral

Uma potencial candidata no seu habitat natural
CAMPO/MC – Com três eleições este ano e com a Lei da Paridade a exigir um terço de mulheres nas listas candidatas, os partidos estão a ver-se obrigados a recorrer ao mercado negro para cumprir a lei. A captação de potenciais candidatas está a ser feita sobretudo no meio rural, já que segundo um “angariador” de candidatas contactado pel’O Indesmentível, “é onde elas são mais tenrinhas. Depois é só metê-la numa lista por aí acima que é um espectáculo.” Segundo este traficante de candidatas, “tenrinhas, porque têm de desistir assim que são eleitas e as mais velhas são mais teimosas e depois para as tirar de lá é uma chatice.
Desde a origem até à entrada numa lista, uma candidata pode chegar a valer entre um favor político e um tacho na administração pública para um primo. Os partidos mais à esquerda, tradicionalmente mais abertos, equacionam a transexualidade eleitoral dos seus candidatos. Uma operação temporário de remoção do pénis e dos testículos, que serão devolvidos, assim que acabe a eleição, já que a lei nada prevê para estas situações.










