Lisboetas admitem que a canção “cheira bem, cheira a Lisboa” não se aplica ao dia a seguir aos Santos Populares

lisboalx Lisboetas admitem que a canção “cheira bem, cheira a Lisboa” não se aplica ao dia a seguir aos Santos Populares

Reconstrução virtual de como seria Lisboa antes dos Santos Populares

DAY AFTER/ JC – O Indesmentível apurou que no dia após os Santos Populares, ao contrário do que indica a canção, Lisboa não tem cheiro a flores e mar, mas a uma delicada combinação de vómito, urina, suor, gordura de peixe e vinho. Segundo um lisboeta, o cheiro que se faz sentir é de uma pestilência tal que transcende o sentido olfacto e se consegue saborear, e por pouco que não se consegue ver, tocar e ouvir. O nosso jornal sabe ainda que os primeiros raios de sol revelaram um cenário de devastação adequado ao cheiro, composto por espinhas de sardinhas, calçada ainda húmida de diversos fluidos e os corpos daqueles sucumbiram ao coma alcoólico pouco depois de terem escrito o seu nome com chichi nas paredes da Sé.

 

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