Manuel Alegre lança movimento cívico para a libertação das mamas das funcionárias da Loja do Cidadão

Nunca um assunto tão mamário ocupou a comunicação social na altura da Páscoa
FARO/MC – Manuel Alegre insurgiu-se contra as proibições na Loja do Cidadão de Faro que considera ser “coisa de cariz fascizante, totalitário e contra a liberdade individual de cada funcionária mostrar as mamas que bem entende”. Para o deputado Alegre, qualquer dia “numa repartição alguém se põe a dizer como usar o cabelo, que livro ler ou que tatuagem fazer na nádega esquerda da liberdade”. Opinião contrária tem a senhora Adosinda da Purificação, beata a precisar de renovar o BI, que jura a pés juntos que “essas ordinárias de Faro queriam era andar de mamas ao léu. Queriam era andar a roçar-se pelo colegas e a abanar as mamas aos clientes mais jeitosos”. “Essas desavergonhadas, por elas,” acrescentou, “iam trabalhar de biquini da parte de baixo e a fazer toqueless [sic] da parte de cima como eu as vejo bem a fazer na praia.”










