Portugal veste top e mini-saia para atrair investimento estrangeiro

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Nova imagem dos relatórios de contas das empresas portuguesas

CAUDA DA EUROPA/JS – Com o PIB a contrair mais do que o vestuário de Luciana Abreu, Portugal abriu as portas, os braços e as pernas ao investimento estrangeiro. Apertou as indústrias no soutien, cada vez mais apetecíveis e com menos trabalhadores, que as deixavam descaídas. Vestiu-se de pequenas e médias empresas que tentam não falir em dois ou três anos. Maquilhou-se do betão de gosto duvidoso do turismo algarvio e foi mostrar-se ao capital estrangeiro, aproveitando o facto de já estar na esquina da Europa e de ter reputação de fazer tudo barato.
No entanto a concorrência é feroz: a Espanha afirma ser mais quente, a Itália mais chique e uma bota fácil de descalçar, e qualquer país de Leste trabalha mais horas e não se queixa quando dói.
Mas o que faz recuar eventuais pretendentes é o receio de apanharem síndrome de evasão fiscal ou de terem de ficar à espera de pagamentos do Estado, o “chulo”.

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3 Comentários em “Portugal veste top e mini-saia para atrair investimento estrangeiro”

  • cmr Oeiras escreveu em 25 Junho, 2009, 18:03

    Ora aqui está mais um tópico muito quente… é verdade que isto não está para brincadeiras e, todos sabemos que o estado é mau pagador, que as companhias de seguros “seguram” os pagamentos devidos até ao limite, que para a atribuição de computadores nas escolas foi necessário pagar 1º ( 20 dias antes) e, ainda existe quem esteja à espera … ou seja, geram de facto um mau serviço e, servem-se do direito da lei no acto de cobrança – “in time”. Mas os serviços somos nós e, são o que nós somos. Aqui vai um exemplo de hoje; Fui ao Contimente do Oeiras Parque e, no acto do pagamento despertou-me o atendimento cuidado da funcionária com todos os clientes . Eram as atitudes, eram as palavras diferentes com cada um de nós, era a diferença a que nós todos temos por direito mas não temos. Eu “conhecia” aquela cara … não resisti e, perguntei-lhe “conheço-a de onde?” , com o mesmo cuidado respondeu-me: talvez de Oeiras, talvez do Intermarché, talvez do Pingo Doce. Fez-se luz…. Pingo Doce de Sassoeiros. Ela convicta que era pelo seu corte de cabelo e, eu afirmei… não é pela sua simpatia. Trabalha em 3 sitios e, ainda consegue manter aquela harmonia. Mantenho o que disse; Os serviços são o que nós queremos que sejam, o País é o que nós deixamos que seja … ainda acham que não vale apena ir votar ? CMR

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  • Mário escreveu em 26 Junho, 2009, 9:25

    Vivemos num tempo em que nos surpreendemos com as coisas boas e isso não é mau de todo. Volta sempre.

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  • João Silva escreveu em 26 Junho, 2009, 13:15

    Felizmente há pessoas capazes de darem o seu melhor nas suas profissões, diariamente. Mesmo quando o seu contributo é desprezado ou considerado menor, conseguem pequenos milagres que podem mudar o nosso dia-a-dia por completo.

    E obrigado pelo comentário.

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