Portugueses indignados com falta de rigor de Maitê gritam “40 anos de Salazar!”
- Domingo, Outubro 18, 2009, 8:01
- É OURO!, Portugal, Quentes e Boas, Vida
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PORTA 3 INVERTIDO/MS – Esta semana os Portugueses ficaram indignados com o pequeno stand-up-flop de Maitê Proença, mas sobretudo com a falta de rigor da actriz. Durante os últimos dias viram-se pessoas desanimadas com o informático do hotel, revoltadas com a saliva depositada na fonte no Mosteiro dos Jerónimos, mas um só argumento obteve a mesma reacção de todos: os vinte anos de Salazarismo de que fala Maitê Proença. Fonte lusa, de arrecadas nas orelhas, barrete verde na cabeça disse a O Intdesmentível: “Não senhora, lá agora vinte. Quarenta é que foram. Olha agora… não sabe, não fala. Quarenta anos que o homem mandou aqui, ‘omen!”
Unidos no amor e na doença, os portugueses abraçaram-se e deram as mãos na defesa deste facto, mas asseguram que esta semana tudo será diferente e “já ninguém sabe sequer em que século viveu Salazar”.












Maitê Proença teve um comportamento infeliz. Não é cosmopolita, nem sensato, debochar ou fazer piada de um país e sua cultura, seja este que país for. Todavia, leio que brasileiros são discriminados em Portugal. O que é muito pior, pois, no Brasil, frise-se, discriminação é crime inafiançável! Mesmo que os brasileiros, por uma razão ou outra, façam piadas dos portugueses, isso é apenas um tipo de deboche, e não uma discriminação: no Brasil, normalmente os portugueses são tratados como irmãos! Não há discriminação! Portanto, só condenarei o comportamento de Maitê, após viajar à Europa e, passeando por Portugal, for tratado com o respeito que uma pessoa de bem, como eu, deva ser tratada, Se isso não acontecer, além de reagir da maneira legal cabível, darei razão à Maitê. Discriminação é crime (inclusive internacionalmente)! E lugar de criminoso é na cadeia! Assim, numa situação como essa, o comportamento (reação) de Maitê não justificaria, mas explicaria.
Que horror. Eu sabia que esta mulher era vulgar, mas não pensava que chegasse a tanto. O final realmente me pegou de surpresa. A cuspida que ela deu, no mosteiro dos Jerônimos, Patrimônio Cultural da Humanidade e depois as risadinhas idiotas das suas amiguinhas, todas, todas muito ignorantes e estúpidas, revendo a gravação e ela, orgulhosa do trabalho, achando tudo muito engraçado. Deprimente.