SIC e TVI são apenas a rampa de lançamento para o filme das alunas da EB de Sá Couto

Festróia é a meta seguinte para a curta-metragem das alunas de Sá Couto, pois elas gostavam muito de receber um golfinho
ESPINHO/ NC – Depois do filme da disputa do telemóvel, do espancamento de um jovem por um gang e do registo da entrega do Magalhães, sentia-se um vazio cinematográfico. Essa é a opinião de vários críticos de muita coisa, de O Indesmentível e de algumas alunas empreendedoras da Escola EB 2, 3 Sá Couto de Espinho, cujo nome do estabelecimento preferimos manter no anonimato. Inspiradas pelo slogan publicitário “Há mais profissões na tua escola” e determinadas a desmentirem a crença popular de que é preciso dois anos de especialização, um de pós-graduação e um filho chibo para se fazerem coisas gritantes, elas decidiram inovar. Munidas de um gravador de voz, resolveram fazer um filme para darem os primeiros passos na profissão de realizador e simultaneamente terem provas disso mesmo para que não seja mais necessário fazerem-se desenhos. Só depois da sua curta-metragem se tornar pública é que descobriram que o João César Monteiro já tivera ideia igual antes: um filme sem imagens. “Temos 12 anos, já se sabe que passámos há muito a idade de ver a Branca de Neve”, justificou-se uma das alunas ao descobrir o título da obra.










