Vasco Pulido Valente teve um momento de lucidez e autocriticou-se: fim do mundo pode estar próximo
- Segunda-feira, Setembro 7, 2009, 12:00
- Portugal, Quentes e Boas, Vida
- 230 visualizações
- Comentar

Vasco Pulido Valente é um dos principais aliados dos vendedores e dos “arranjadores” de televisores (n.e. foi a melhor imagem que conseguimos de VPV porque nas diversas tentativas que fizemos, o Html desfez-se aos nossos olhos)
SÉCULO PASSADO/MC – Vasco Pulido Valente (VPV) assumiu ontem na sua crónica no Público que, em termos televisivos, está ao nível de um Fernando Mendes em termos de elegância. Afirmando-se escritor, confessou que tem má voz, que é incoerente, tem uma péssima dicção e acima de tudo que tem má imagem, embora não tenha conseguido passar uma imagem, de quão má imagem tem. O Indesmentível apurou junto de especialistas de imagens de algibeira que VPV é tão pouco telegénico que quando aparece na televisão, algumas donas de casa desavisadas correm a limpar a mancha do televisor.
O artigo indignou muitos leitores e alguns analfabetos de gema, que consideram que VPV não tem legitimidade para dizer tão mal dele próprio. “O que ele disse sobre ele, não se diz de ninguém”, disse-nos um pseudo-intelectual politicamente correcto, acrescentado que “do Sócrates até se pode dizer pior, agora de um mero mortal, é uma pouca vergonha e de certa forma, também, um escândalo”. Aguarda-se agora com ansiedade a reacção de VPV a ele próprio, o que pode abrir um vórtice no cosmo e iniciar o fim do mundo.










