A engorda do Ponto G sobe as estatísticas de obesos no mundo
- Sexta-feira, Setembro 18, 2009, 8:00
- Exclusivo, Quentes e Boas, Vida
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A inclusão desta cirurgia no SNS está fora de questão, pois agora que se começa a resolver o problema das listas de espera não se quer voltar a entupir o serviço
PONTO CRUZ/NC – O Ponto G, se existir, tem a dimensão de uma moeda de vinte cêntimos, mas agora que uma clínica se propõe, por oitocentos euros, a aumentar o seu tamanho, fica provado não só que ele existe, mas também que o barato sai caro. Passado o desconforto da assinatura do cheque, que ainda dura uma semana, a paciente tem seis meses para usufruir do seu investimento. Como bónus à intervenção cirúrgica, o médico oferece um mapa com as coordenadas do Ponto G marcadas a GPS. Na alternativa pouco provável de ter dinheiro para pagar a cirurgia mas não ter GPS, pode atar um fio no Ponto G e ir desenrolando-o até à saída para poder sempre encontrar o caminho de volta. A utilização de migalhas de pão, tal como na história, aqui também não se aconselham.










